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#5 Amázzoni

Convidamos você a preparar sua bebida e acompanhar a história inspiradora dessa marca que chegou ao mercado em 2017 e, hoje, exporta o primeiro gin brasileiro para 18 países, incluindo França, Estados Unidos, Itália e Portugal. Saúde!

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#5 Amázzoni

Convidamos você a preparar sua bebida e acompanhar a história inspiradora dessa marca que chegou ao mercado em 2017 e, hoje, exporta o primeiro gin brasileiro para 18 países, incluindo França, Estados Unidos, Itália e Portugal. Saúde!

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Da confraria à sociedade: com um paladar apurado em comum, amigos criam o primeiro gin brasileiro

A paixão por experimentar destilados artesanais ao redor do mundo levou dois amigos de longa data, o arquiteto italiano Arturo Isola e o artista plástico Alexandre Mazza, a transformar um hobby em um sabor único e reconhecido mundialmente. No começo, o plano era criar um gin artesanal que agradasse o paladar dos amigos de confraria e contemplasse os sabores brasileiros. Com uma mistura inusitada e surpreendente de ingredientes nacionais e outros mais tradicionais, como louro, limão, coentro, mexerica, aroeira, cacau, castanha-do-pará, maxixe e cipó-cravo, surgiu o Amázzoni Gin, o primeiro gin brasileiro produzido em destilaria brasileira de gin.

A brincadeira de alquimistas que começou em um alambique elétrico na cozinha, começou a ficar séria quando eles convidaram o mixologista argentino Tato Giovannoni para incrementar a receita com seu conhecimento e ajudá-los a chegar ao sabor sedutor do Novo Mundo na melhor versão tupiniquim. Juntos, embarcaram em uma viagem à Amazônia para encontrar a combinação botânica perfeita para a fórmula. Foram mais de 40 testes e 80 botânicos até chegar ao resultado esperado.

Percebendo que um alambique de 5 litros não seria mais suficiente, Arturo encontrou numa fazenda de 300 anos, em Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, o espaço ideal para fazer o projeto acontecer, com muita paixão e trabalho para desenhar e produzir o primeiro alambique de gin do Brasil.

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Das águas, nasceu a estrela Naiá, lenda índigena que inspirou o manifesto da marca

Ao buscar sabores e ingredientes especiais da Amazônia, os sócios também encontraram uma lenda brasileira que inspirou o manifesto da marca. “A lenda da Naiá é de origem tupi guarani e inspirou toda essa jornada da Amazzoni. Tenho certeza que também inspira muitos empreendedores pela mensagem que essa lenda carrega”, conta Arturo.

Naiá era uma jovem índia de uma aldeia da Amazônia que uma vez ouviu falar que se ela conseguisse abraçar a lua, se tornaria uma estrela. Então, todas as noites ela saía de casa para admirar o luar, até que um dia, em noite de lua cheia, vê a lua refletida no espelho d’água e se joga no lago. Não sabendo nadar, Naiá se afoga. A lua, que é uma mulher na cultura tupi guarani, Jaci, assistindo essa cena, pega Naiá do fundo do lago e faz dela uma estrela.

Para o empresário, a pureza e a vontade de conquistar seus objetivos, independente das adversidades, também é uma missão corajosa. A lenda da Naiá inspirou, inclusive, a identidade visual do rótulo do gin, que conta com uma estrela, as mãos de Naiá saindo do lago e o slogan (‘das águas, nasceu a estrela’).



“A mensagem da lenda é puro Brasil. Das águas nasceu a estrela é um slogan que representa um arquiteto italiano e um artista plástico brasileiro começando sem nenhuma experiência, apenas com a vontade de fazer o primeiro gin no Brasil e, depois, conseguindo mudar os hábitos de consumo de um país inteiro”, diz Arturo.

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Inspirada na energia feminina, a destilaria qualificou a mão de obra de mulheres da região

A destilaria fica localizada em Porto Real (RJ), um local que recebe pouca assistência e não possui muita oferta de emprego. Para retribuir o espaço tão especial que ali foi encontrado, a empresa adotou uma política para ajudar a sustentar a região e instalou um projeto de qualificação profissional para que a mão de obra aqui viesse de pessoas que moram no município. No líquido da destilaria, no entanto, somente mulheres podem manusear, mantendo a energia feminina que está na essência da marca.

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Manter as raízes da marca depois do crescimento é o maior desafio da jornada

Segundo Arturo, o mercado de bebidas no Brasil mudou com a chegada do Amázzoni Gin. “Fomos um driver dessa mudança para o artesanal, do consumo a produtos artesanais e de mais qualidade, mais feitos por mãos do que feitos por máquinas. Durante esse crescimento, o maior desafio é manter as raízes, manter os pés no chão e as premissas que fizemos das primeiras garrafas até as últimas”, afirma.

Para o empresário, a escala não pode ser desculpa para abrir mão da qualidade, processos, atenção e carinho, que é o grande diferencial do Amázzoni e de uma marca artesanal hoje no mercado que está muito impregnado de indústrias, de números e planilhas. O grande desafio, de acordo com o sócio, é manter os quatro pilares que fizeram Amázzoni dar certo. “A persistência para fazer o negócio andar diariamente, nos altos e baixos. Coerência para sua marca espelhar quem você é como indivíduo, cidadão e ser humano ou o mercado percebe na hora que você está contando uma historinha. Consistência para ter boas ideias e torná-las uma jornada de sucesso. E o quarto é a paixão pelo que você faz, com dedicação e atenção, dormir pensando naquilo e acordar pensando naquilo, amor no sentido mais puro da palavra”, diz Arturo.

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Conquistar o prêmio de melhor gin do mundo, na terra desse destilado, foi a confirmação de que a marca estava voando

De 2017 para cá, a marca teve um crescimento rápido e vem traçando uma trajetória de sucesso. Segundo o arquiteto, uma das maiores satisfações é ver que a dupla que estava se arriscando na alquimia para fazer o primeiro gin brasileiro, estava no caminho certo. “Esse é o grande sucesso e que nos move todos os dias. Porque o sucesso é algo que vai se nutrindo, sucesso leva a mais sucesso e desafios, as responsabilidades crescem”, diz Isola.

Além disso, Arturo destaca os prêmios que a marca ganhou em Londres, como o de Melhor Produtor Artesanal do Mundo no World Gin Awards de 2018 e o Destilaria do Ano, em 2021.



“Ganhamos na terra do gin, no concurso mais complexo e desafiador do mundo e com uma plateia de marcas internacionais. Isso nos deu a confirmação de que estamos fazendo isso bem”, conta.



Segundo o sócio, eles perceberam que estavam voando muitas vezes ao longo dessa jornada e até hoje se surpreendem o quanto ainda podem voar mais alto nessa aventura chamada Amázzoni. “Um produto artesanal que tem como investimento o próprio trabalho, tem um crescimento orgânico. Então, a decolagem é suave e constante. Você vai descobrindo ao longo dessa jornada e, quanto mais longe você vai, mais as perspectivas se abrem e cresce a visão de que pode chegar lá com muito trabalho e muita dedicação.

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Para o futuro, os sócios desejam tornar a Amázzoni uma marca global.

“Queremos levar o Brasil, que nunca tinha feito gin, a ser uma marca disponível em todo mundo. Esse é o nosso desafio e vejo que é onde a gente vai chegar”, finaliza Arturo.

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