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#2 Lev

O caminho é a melhor parte da sua jornada. E ele é muito melhor se você está de Lev. Com essa certeza na cabeça, Rodrigo e Bruno estão transformando a mobilidade urbana no Brasil.

Como surgiu a ideia de criar bicicletas elétricas

Bruno e Rodrigo Affonso são irmãos, sócios e compartilham o DNA empreendedor que herdaram do pai e do tio. Juntos, criaram a Lev, marca carioca de bicicletas elétricas com design bem estiloso - é difícil conhecer e não desejar ter uma. A marca foi criada no Rio de Janeiro, em 2010, mas sua história começou alguns anos antes em outro lugar. Em 2007, Bruno viajou para a China a trabalho e resolveu ficar mais algum tempo por lá para aprender mandarim. Observando o cotidiano em Pequim, ele percebeu que andar de bicicleta era mais do que um lazer na cidade, era uma alternativa de mobilidade saudável, prática e menos poluente que, acima de tudo, permitia qualquer pessoa olhar ao redor em seus trajetos.

A ideia de usar a bicicleta elétrica para ir ao trabalho, ao shopping ou a qualquer outro lugar fascinou o empresário. Economizar tempo era uma super vantagem, mas observar a cidade no caminho era a melhor parte. Não demorou para ele adquirir a primeira e-bike em terras chinesas. “Um dia fui até uma lojinha e comprei a menos feinha que encontrei. Pintei ela toda de color jet preto e quando comecei a andar, pensei: tenho que levar isso para o Brasil. Vai precisar melhorar muito ainda, mas esse é o caminho”, conta. Faltava um bom acabamento e design mais atraente para virar um produto de sucesso. Mas, ali Bruno viu uma oportunidade de negócio promissora e decidiu trazer a sua bicicleta elétrica na viagem de volta para o Brasil. A partir disso, o desafio era encontrar investidores para financiar o negócio.

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Como surgiu a ideia de criar bicicletas elétricas

Bruno e Rodrigo Affonso são irmãos, sócios e compartilham o DNA empreendedor que herdaram do pai e do tio. Juntos, criaram a Lev, marca carioca de bicicletas elétricas com design bem estiloso - é difícil conhecer e não desejar ter uma. A marca foi criada no Rio de Janeiro, em 2010, mas sua história começou alguns anos antes em outro lugar. Em 2007, Bruno viajou para a China a trabalho e resolveu ficar mais algum tempo por lá para aprender mandarim. Observando o cotidiano em Pequim, ele percebeu que andar de bicicleta era mais do que um lazer na cidade, era uma alternativa de mobilidade saudável, prática e menos poluente que, acima de tudo, permitia qualquer pessoa olhar ao redor em seus trajetos.

A ideia de usar a bicicleta elétrica para ir ao trabalho, ao shopping ou a qualquer outro lugar fascinou o empresário. Economizar tempo era uma super vantagem, mas observar a cidade no caminho era a melhor parte. Não demorou para ele adquirir a primeira e-bike em terras chinesas. “Um dia fui até uma lojinha e comprei a menos feinha que encontrei. Pintei ela toda de color jet preto e quando comecei a andar, pensei: tenho que levar isso para o Brasil. Vai precisar melhorar muito ainda, mas esse é o caminho”, conta. Faltava um bom acabamento e design mais atraente para virar um produto de sucesso. Mas, ali Bruno viu uma oportunidade de negócio promissora e decidiu trazer a sua bicicleta elétrica na viagem de volta para o Brasil. A partir disso, o desafio era encontrar investidores para financiar o negócio.

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Empreendedor nato, o pai dos sócios foi o primeiro apoiador do negócio

De volta ao Brasil com uma ideia no papel e um produto inusitado, Bruno apresentou a ideia para o irmão e alguns amigos, mas todo mundo achava que era uma loucura, menos o irmão, Rodrigo, que acreditou no projeto e entrou como sócio enquanto se dividia entre o escritório de advocacia e o empreendedorismo. “A primeira pessoa que acreditou no negócio foi o Rodrigo. A gente se falava bastante quando eu estava na China”, conta Bruno.

O talento para empreender acompanha os irmãos desde o berço, já que o pai deles é um entusiasta do empreendedorismo, que, na época dele, nem era conhecido por esse nome. “Nosso pai foi o super apoiador desde o início. Ele e meu tio sempre foram empreendedores, então ele gostava do game de fomentar negócios”, conta Rodrigo. Os irmãos contam que no início usaram a casa da família como depósito para guardar as primeiras bicicletas da marca.



“Uma característica nossa é que a gente não vislumbra muito. Surge uma ideia, a gente vai lá e executa”, diz Rodrigo sobre a sinergia da dupla.

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Um incêndio inesperado foi o maior desafio da trajetória dos empresários

A dupla conta que passou por vários momentos difíceis com o projeto no início, desde a falta de crédito à garantia para levantar capital naquela época, principalmente porque a marca surgiu em um momento delicado, depois da crise de 2008. Mas, essa não foi a batalha mais dolorosa. No dia 16 de março de 2015, houve um incêndio no galpão onde diversas marcas guardavam seus produtos, incluindo a Lev, destruindo boa parte da produção. Bruno deixa claro que não gosta de falar muito disso, afinal, lembrar de ver os funcionários chegando para trabalhar, às 7h da manhã, e encontrando diversos caminhões do Corpo de Bombeiros rodeando o Freeway, na Barra da Tijuca, não é uma lembrança fácil.

Segundo Rodrigo, esse foi o momento mais marcante deles e a virada de chave no quesito profissionalização da empresa. Depois disso, a Lev passou a ter uma sede própria no Rio e o seguro foi regularizado. Apesar do acontecimento, Bruno diz que quando você acredita e gosta do que você faz, não pensa em desistir. “Pessoalmente nunca pensei.”, diz.



“No momento que você chega no fundo do poço, é o momento que você encontra o trampolim”, complementa Rodrigo Affonso.

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O negócio estava voando quando eles começaram a ver muitas bikes da Lev circulando nas ruas

Nos primeiros anos, os irmãos faziam o trajeto da Barra da Tijuca pela orla em direção ao Centro do Rio todos os dias e procuravam bicicletas elétricas da Lev no caminho. Os amigos, em apoio, faziam o mesmo pelas ruas da Zona Sul e reportavam para eles quantas viram ao longo do dia. No início, ver que não eram muitas incomodava a dupla, mas isso mudou com o tempo e serviu como termômetro para a consolidação da marca. “Quando a gente percebeu que tinham muitas bicicletas da Lev circulando nas ruas que a gente pensou: acho que o negócio deu certo. É agora que a empresa está voando!”

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Hoje a Lev é líder do mercado de e-bikes no Brasil

Com 11 anos de estrada, a Lev lidera o mercado de bicicletas elétricas no país com lojas no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Para a marca, o desafio vai além de comercializar a gama de produtos e serviços. O principal objetivo é “contribuir com a construção de um novo conceito de mobilidade em um país com dimensões continentais como o Brasil”, como eles definem no manifesto.



“A Lev não é só uma bicicleta para lazer e mobilidade, não é sobre chegar mais rápido no seu destino. É sobre aproveitar o caminho, olhar a sua volta, ver os novos comércios, as pessoas… E de bicicleta elétrica é muito mais fácil”, finaliza Bruno.

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Dica para quem quer empreender: “não aceite ‘não’ como resposta e olhe para frente”

A estrada do empreendedorismo é cheia de surpresas e podem surgir muitos quebra-molas no caminho. Para Bruno, se você adorar e viver o que faz, ter total conhecimento do seu produto, nada impede de chegar ao sucesso. O importante é “Não aceitar ‘não’ como resposta e olhar para frente”, diz. Finalizando a conversa, Rodrigo reforça que não existe ‘não pode’ ou ‘é impossível’ dentro da Lev. “É preciso ter resiliência e esforço contínuo. Empreender é árduo, tem que ter sangue frio e muita calma. Muitos problemas vão surgir e se você não tiver tranquilidade para encarar cada problema, você se desespera no primeiro ou no segundo", recomenda o empresário. Prepare-se para voar alto!



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